Centro POP/ SAICA/ EAMAAR

 

O Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua – CENTRO POP, inaugurado em 07 de abril de 2011, no município de Manaus, é parte integrante da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania – Semasc . Contido na Política Nacional de Assistência Social – PNAS, na Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, com texto da Resolução nº. 109, de 11/11/2009 e publicada em Diário Oficial da União em 25/11/2009.

Este foi o primeiro espaço criado na cidade de Manaus objetivando servir como referência e contra referência para pessoas em situação de rua quer sejam jovens, adultos, idosos e/ou grupos familiares que utilizam as ruas como espaço de moradia e/ou sobrevivência.

O Centro Pop oferta trabalho técnico para a análise das demandas dos usuários, orientação individual e grupal e encaminhamentos a outros serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas que possam contribuir na construção da autonomia, da inserção social e da proteção às situações de violência. Promove o acesso a espaços de guarda de pertences, de higiene pessoal, de alimentação (Café e Almoço), proporciona endereço institucional para utilização que serve como referência do usuário para a provisão de documentação civil e encaminhamentos para a rede socioassistencial.

Endereço: Rua 01, s/n, bairro Petrópolis.

 

O Espaço de Atendimento Multidisciplinar ao Autista Amigo Ruy – EAMAAR,  Centro de referência  da Prefeitura de Manaus, administrado pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência  Social e Direitos Humanos foi inaugurado no dia 02 de abril de 2013. Tem como objetivo realizar atendimento integral em Educação, Assistência  Social e Saúde, a nível ambulatorial,  a faixa etária  a partir  de 6 meses a 14 anos de idade  com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autismo -TEA e /ou quem não tem diagnóstico, de acordo com o Decreto Municipal nº0687, de 03 de novembro de 2010.

O EAMAAR atua em cumprimento ao Art.2º, da lei nº 1.495, de 26 de agosto de 2010 que trata das diretrizes da Politica Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo-TEA.

Autismo é um Transtorno caracterizado por déficits e dificuldades na comunicação, interação social e comportamento associado a interesses e atividades restritas e circunscrita. Quanto mais precoce for o diagnostico, mais rápido o tratamento poderá ser iniciado e os resultados serão mais expressivos e maiores o sucesso na diminuição dos sintomas.

Objetivo: realizar diagnóstico precoce e o atendimento multiprofissional ambulatorial, composto por pediatria, neuropediatra, psiquiatra, enfermeiro, odontólogo, nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo, assistente social, pedagogo, psicopedagogo e educadores físicos.

Publico alvo: Crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autismo e/ou quem não tem o diagnostico do especialista,  faixa etária de 06 meses a 14 anos de idade.

Documentos do responsável e/ou pais para cadastro:

Encaminhamento do SUS pediatra ou clinico para avaliação de TEA,

RG, CPF, Comprovante de residência dos pais e/ou responsável;

Certidão de nascimento da criança;

RG, CPF da criança e adolescente se tiver;

Declaração escolar;

Cartão do SUS da família;

NIS – Cadastro Único.

Contato: (092) 3656 – 4004

Horários de funcionamento:  8h às 12h e 13h às 17h (segunda-feira à sexta-feira)

Endereço: Rua 18, nº 380 – Alvorada II – CEP:. 69042-180 –Manaus -AM

O Serviço de Acolhimento para Crianças e Adolescentes – SAICA é  oferecido pela Prefeitura de Manaus a partir da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania – SEMASC, conforme preconiza a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais/ Resolução CNAS n°109, de 25 de novembro de 2009, tendo em vista o cumprimento dos dispositivos legais do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), atendendo especialmente o Art. 100, que trata Das Medidas de Proteção às crianças e adolescentes que tenham sido violados em seus direitos. O Serviço oferece acolhimento provisório para crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medidas protetivas de abrigo (ECA, Art. 101), em função de abandono ou cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção, até que seja viabilizado o retorno ao convívio familiar de origem ou na sua impossibilidade, encaminhamento para família substituta por meio de Guia de Acolhimento expedida pelo o Juizado da Infância e Juventude.